terça-feira, 28 de abril de 2009

Ato Lírico.

Ferramentas do acaso
O amor não passa de um caso
Combinação entre eterno e raso.

A noite fez de meu silêncio
Um tormento
Quero um fim, quero o sono.
Dormir até lacrimejar.
Pois de chuva,
Já basta o banho.

A via eterna
De onde passam viajantes
Todos queremos seguir adiante
Uns para tras, outros de frente
Mas nunca sei.
A vi(d)a tem fim?

Lembras-te do pôr-do-sol?
Quando éramos felizes por uma eternidade?
Pois bem ,meu caro.
Findou-se.
É algo inexistente.
Como um filme,mas que
No fim,levantamos da poltrona
E voltamos para casa,vagos e sonolentos.
Somente com um ingresso
Da sessão passada.


Não são muito boas não... Maaaaaaaas, tô tentando, tô tentando. =/

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