quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um ensaio sobre amar.

Talvez monstros povoem nossas vidas. E apartir de agora eles se unam contra nosso bem querer mútuo. E não existe confusão mais exata que essa. Temos de vence-los, ou nos unir a eles, tanto faz. Temos de estar juntas apartir de agora. Tudo secompleta num compasso estranho: telefonemas combinam perfeitamente com meu coração acelerado e na minha mente eu acho isso idiota. Meus pés não tocam o mesmo chão de antes e as paredes tem cores e nuances diferentes, e eu chego a pensar: não é amor, é só esquizofrenia. Mas derrepente nos vemos envoltas num silêncio, aquele silêncio em que nada mais serve pra ser dito, e que pra não ficar um vácuo estranho eu tento preencher: 'eu te amo.'.
E então seus cabelos, seu cheiro, sua boca, sua voz, teu mau humor, os apelidos que você não gosta, as piadas sem graça, as ironias fora de hora, os risos... Tudo em você me envolve e eu sei que não deveria me dar ao prazer de sonhar de novo. Mas a tentação é sedutora. Você é sedutora. Teu amor é sedutor. E eu quero, meu corpo e minha alma querem. E meus olhos. E que todos os monstros do mundo caiam sobre nossas cabeças agora. Eu lutaria com todos eles por um beijo seu. São tantos os motivos, além desses, que eu tenho pra te odiar, que esqueço de dize-lo com mais frequência. Eu te odeio.

Para meu amor real e consistente.

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